Festival Isolamento Music Lab tem inscrições abertas

A chance de estrear aquela música especial que foi criada durante o isolamento social chegou. A partir deste mês de setembro começam as inscrições para este festival

Está na hora de mostrar letras, composições e melodias que andaram guardadas. As inscrições já estão abertas e rolam até o dia 22 de setembro de 2021

Sabe aquela letra, composição e melodia que só circula entre os amigos ou ainda não foi para o mundo? O Festival Isolamento Music Lab entra em cena com o desejo de selecionar e impulsionar a carreira de 20 artistas ou bandas do Estado Rio Grande do Sul. A ideia principal do ISLMNT MUSIC LAB 2021 é oferecer, gratuitamente através de encontros online, workshops de mentoria e proporcionar aos artistas uma visão de pontos importantes, que contribuam com a carreira dos artistas no dia a dia. Além disso, o objetivo é dar um up na carreira dos selecionados. A curadoria do Festival Isolamento Music Lab é assinada por Edu Santos.

primeiro passo para participar do Festival Isolamento Music Lab é realizar a inscrição, que acontece de 1º a 22 de setembro de 2021. Basta enviar uma apresentação musical através de um vídeo de YouTube (não listado) e preencher o formulário disponível pelo link da bio do instagram do Isolamento Festival @isolamentofestival e Dado Bier @dado_bier. A música deve ter duração de até 3 minutos e meio e deve ser inédita.

Os artistas com apresentações individuais ou banda (com dois ou mais integrantes) escolhem apenas um dos dois segmentos musicais para fazer a inscrição: Praiano – gêneros da Surf Music, Indie Surf, Reggae e Pop, ou Urbano – gêneros do Folk, Pop Rock, Indie Pop, Acústico, Rap e Trap, e enviam um vídeo tocando uma música autoral inédita e não editada. Somente serão aceitas inscrições de músicos ou bandas gaúchas e residentes no estado do Rio Grande do Sul. Cada proponente pode enviar apenas um vídeo, e no ato da inscrição deve ser informado: o título, a letra e o nome artístico, além do nome completo, CPF e RG de todos os integrantes. Todos os integrantes devem ser maiores de 18 anos. Mais informações sobre as inscrições e regulamento em: https://lkt.bio/isolamentofestival e dúvidas devem ser encaminhadas para o email isolamento@gmail.com

Todas as propostas musicais submetidas ao ISLMNT MUSIC LAB 2021 são avaliadas por uma curadoria integrante da Comissão Organizadora do evento, que verificará se os participantes cumprem todas as orientações do regulamento oficial e selecionará as 20 melhores propostas que irão para a fase eliminatória, com base nos seguintes critérios: originalidade, letra e melodia.

segundo passo é cruzar os dedos e torcer para que o dia 1º de outubro chegue logo com a publicação da lista dos 20 selecionados. Aqui o bicho vai pegar! Já na semana de 04 a 08 de outubro, à noite, os selecionados terão a oportunidade de participar de aulas e workshops online com mentores, especialmente, convidados. Esses vão abordar temáticas que dizem respeito aos pontos importantes da carreira de quem faz música hoje.

Tico Santta CruzBibiana Petek e Nando Endres serão os responsáveis por toda a produção musical do Festival e durante a mentoria vão estar interagindo com os selecionados sobre as temáticas musicais; Edu Santos põe na roda a importância de um label; Danielli Corrêa apresenta como se relacionar com o direito autoral já no início da carreira; Claudia Palma traz o mundo da estratégia digital para dentro da música e da vida de quem faz música, e Ana Paula Silveira aponta os caminhos das assessoria de imprensa nos diferentes tipos de veículos de comunicação.

Após a fase de mentorias, o terceiro passo é os 20 selecionados aprimorarem as músicas com base nos resultados dos trabalhos desenvolvidos nos workshops no período de 08 a 13 de outubro. As músicas serão analisadas pelos juízes que escolherão quatro artistas ou bandas para serem produzidas nos estúdios da Loop Reclame em Porto Alegre. Esses quatro finalistas ganharão a produção completa de um single e serão conhecidos a partir do dia 14 de outubro. Levarão na mochila para a vida:

●       Um single que será produzido, gravado, mixado e masterizado nos estúdios da Loop Reclame em Porto Alegre e distribuído e editado pela Loop Discos no EP “Isolamento – Music Lab, vol.01;

●       Lançamento de um single no EP Isolamento LAb Vol.1, pela Loop Discos, que será distribuído nas plataformas de música online: Itunes, Apple Music, Amazon, Pandora, Spotify, YouTube, Deezer, Raphsody e Shazan;

●       Um videoclipe da música realizado no estúdio da Loop Reclame e produzido pela Camino Filmes. Todo o processo de gravação da música será documentado e disponibilizado no Instagram e YouTube dos artistas ou banda, e também das empresas envolvidas no projeto;

●       Plano de mídia digital para divulgação do EP pelo Estúdio MA;

●       Assessoria de imprensa para o Lançamento do Single, no EP Isolamento Lab Vol.1 assinada por Ana Paula Silveira;

●       Um ensaio com o fotógrafo Raul Krebs;

●       Um cachê artístico para custos da banda no projeto de 2 mil e 500 reais.

Se liga no período das inscrições!

ISOLAMENTO MUSIC LAB – Inscrições abertas

Período: de 1º a 22 de setembro de 2021.

Formato: enviar um vídeo com a apresentação musical e preencher o formulário disponível no link da bio do instagram do Isolamento Festival @isolamentofestival e Dado Bier @dado_bier  https://lkt.bio/isolamentofestival

Importante: para maiores de 18 anos e residentes no RS.

Entenda o calendário de atividades – estimado

·         Divulgação dos 20 selecionados: 01 de outubro de 2021

·         Mentorias I Aulas e Workshops online: 04 a 08 de outubro de 2021

·         Divulgação dos 04 selecionados (finalistas): 14 de outubro de 2021

·         Produção das músicas, fotos, planejamento e assessoria de imprensa: de 16 de outubro a 25 de novembro de 2021

·         Lançamento EP: 26 de novembro de 2021

Acompanhe nossas redes

@IsolamentoFestival  youtube.com/loopreclame

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Curadoria I Eduardo Santos

Produção Executiva I Aline Stoffel

Realização I Loop Discos e Camino Filmes

Patrocínio I Cervejaria Dado Bier

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Tiktok @dadobier  I Spotify @dadobier I Twitter @dadobier

O projeto Isolamento Music Lab teve seu mérito cultural examinado e aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura. Financiamento: Pró-Cultura RS Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Patrocínio: Dado Bier #proculturars #culturaessencial @sedac_rs @cec.rs

Artistas, curadores e professores discutem temas relacionados à cultura e à educação em rodas de conversa gratuitas promovidas pela Bienal 12 na próxima quinta-feira

Na próxima quinta-feira, dia 31 de outubro, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul promove o segundo encontro do Território Kehinde, ação do projeto educativo da Bienal 12 formada por debates que propõem a construção coletiva de saberes. Durante todo o dia, artistas, professores e curadores vão se reunir em três rodas de conversa diferentes para discutir temas relacionados à cultura e à educação. As atividades ocorrem no Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre, e têm entrada franca. As inscrições para participar podem ser feitas gratuitamente no site www.fundacaobienal.art.br.

Crédito da foto: Thiéli Elissa

A primeira mesa inicia às 10h com participação da artista, curadora e pesquisadora Mônica Hoff, da coordenadora do Núcleo Educativo do MARGS, Carla Batista, e da arte-educadora Marga Kremer debatendo o lugar do educativo nas instituições. Em seguida, às 14h, Mônica se une às professoras Carol Mendoza e Larissa Fauri para discutir as relações entre docentes e mediadores nos espaços de exposição. A última atividade do dia inicia às 17h com a educadora Carmen Capra e o artista-multimídia e professor Estêvão da Fontoura falando sobre os encontros entre arte e educação nas salas de aula.

As atividades terão mediação do curador educativo da Bienal 12, Igor Simões, e reforçam a proposta de criar espaços de escuta e de troca entre o público em geral e agentes da arte e da educação. “Salas de aula e espaços educativos estão firmemente conectados no programa educativo da Bienal 12. Esses são lugares tanto de confirmação como implosão de certezas e ideias sobre arte, a educação e os diferentes mundos. Durante o dia 31, será a oportunidade de pensar, a partir das vozes de nossas convidadas, sobre as formas de encontro, de distanciamento e de invenção de horizontes para a arte contemporânea, sala de aula e exposições”, explica Simões. As ações estão sendo realizadas durante o último trimestre deste ano em preparação para a mostra de arte contemporânea que será realizada em Porto Alegre de 16 de abril a 5 de julho de 2020, em diversos espaços culturais da capital gaúcha.

Bienal 12 tem patrocínio do Santander, copatrocínio do Banrisul, apoio de Unimed Unicred, apoio institucional de Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do SulMemorial do RSMARGSUERGSCHC Santa CasaFundação Iberê Camargo e Theatro São Pedro, realização do programa educativo pela Fecomércio / SESC RS e realização da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul.

Sobre o Território Kehinde
O romance ​Um Defeito de Cor​, de Ana Maria Gonçalves, é, desde seu lançamento em 2008, um marco na literatura contemporânea brasileira. Mas ele vai além. Estabelece-se como marca porque revela uma herança contínua da colonização e da eleição da sujeição e do direito de posse de humanos sobre humanos. Marco porque estabelece vínculos de uma memória que se acreditava, durante muito tempo, estar perdida e que reaparece como relâmpago necessário na lacuna de um registro sobre onde viemos e de qual lugar surgem nossas raízes. A escravização no Brasil não pode ficar relegada a experiência do passado. Antes disso, ela é elemento que atravessa nossas maneiras de pensar e de existir em uma sociedade assimétrica e, muitas vezes desumanizadora. No entanto, a obra desenha, inscreve, rasga lugares para ver a existência negra no século XIX brasileiro. Há ali negros que leem e criam estratégias de aprendizado, há o centro urbano tomado por homens e mulheres que se deslocam e negociam suas liberdades e aprisionamentos, há a vida da Bahia, do Maranhão, do Rio de Janeiro, de São Paulo.

Há sobretudo uma mulher que acende a própria vida, ascende e atende sob o nome de Kehinde. A personagem empreende de Savalu até o Brasil, dos Brasis até as Áfricas e Europas. Inventa formas de vida, olhos de ver e ser vista, morre algumas vezes, vive muitas, aprende e ensina. Kehinde é a mulher negra com suas táticas de existir: a astúcia, a atenção, o olho atento ao afeto não distante da luta e dos saberes. É a capacidade de criar territórios a cada chegada. Em uma mostra, no Sul do mundo, como a Bienal 12, que toma como ponto de partida e de chegada os femininos e a arte em seus tensionamentos e possibilidades de invenção, tomar a figura de uma personagem que está entre a vida e a ficção – entre a memória e a escrita de passados necessários e sobre a marca da mulher negra – vai além de uma homenagem. Significa estabelecer que a mulher negra tem poder em diferentes sentidos de ser a imagem de um mundo já vivido e aquele desejado.

Território Kehinde é a porção de um projeto educativo que toma essa mulher negra e suas criações de vidas como ponto do qual se empreende o encontro. Território Kehinde é lugar de mulheres e, algumas vezes, de homens também. Território Kehinde será durante a Bienal 12 tudo aquilo que se baseia no chegar, encontrar e aprender junto. Território Kehinde é uma roda de conversa. Territórios que se abrem em diferentes cidades sempre com convidadas, seus saberes e suas possibilidades de construir ali seus territórios e formas de aprendizado. Kehinde é deslocamento. Deslocamento de conhecimentos, de perspectivas, de certezas e construções do comum, da ordem do que é compartilhado. Kehinde é a imagem e a seta dos encontros que se dão ao longo de 2019 e 2020. Deslocar, conhecer e inventar são palavras que sustentam os territórios que se erguem a partir das vozes de nossas convidadas.

Sobre a Fundação Bienal do Mercosul
Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.

Em 22 anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou 11 edições da mostra de artes visuais, somando 615 dias de exposições abertas ao público, 74 diferentes exposições, participação de 1.759 artistas, com 4.849 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade. Foram 6.061.698 visitas com acesso totalmente franqueado, 1.283.269 agendamentos escolares e 207.477 metros quadrados de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados. A Bienal do Mercosul contabiliza ainda 76.500 exemplares distribuídos dos catálogos das mostras, 298.000 exemplares de material didático produzido para alunos, professores e instituições de ensino, 216 patrocinadores e apoiadores ao longo da história e mais de 12.825 empregos diretos e indiretos gerados – além de seminários, conversa com o público, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.893 jovens.

A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária. Todos os eventos e ações da Fundação são oferecidos gratuitamente ao público, com recursos incentivados por uma grande rede de patrocinadores, parceiros e apoiadores.


SERVIÇO
Programa Educativo da Bienal 12 – Território Kehinde – 2º encontro
Dia 31 de outubro, quinta-feira
Centro-Histórico Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75 – Independência, Porto Alegre/RS)
Entrada franca mediante inscrição prévia no site www.fundacaobienal.art.br
Cada mesa tem duração de 90 a 120 minutos


10h ​- As Instituições de Arte e os Educativos
Com Mônica Hoff, Carla Batista e Marga Kremer

Sinopse: Os educativos das instituições de artes visuais têm se configurado como uma usina de saberes e lugares que permitem que as próprias instituições pensem a si mesmo. No entanto, como se dá essa escuta e fala? Qual o lugar do educativo na criação do desenho institucional?

14h ​- Mediações e Mediadores, Professoras e Professores
Com Mônica Hoff, Carol Mendoza e Larissa Fauri

​Sinopse: Estar entre, estar com, estar a partir e apesar. Ver juntos e mover. Professores e mediadores se encontram nos lugares onde falam as mostras e as salas de aula. O espaço expositivo e além são uma zona de aproximação e distanciamento desses dois agentes. Como essas relações se dão? O que cada uma tem a dizer a outra? Afinal como criar formas de cooperação entre a docência em arte e a mediação em espaços de exposição?

17h ​- A Sala de Aula como Espaço de Criação e Sabotagem
Com Carmen Capra e Estêvão da Fontoura

Sinopse: Se a sala de aula é o lugar onde se costuram saberes em arte, ela também é o espaço que pode sabotar aquilo que está sedimentado. Como a arte e a educação se encontram ou podem se encontrar na prática da docência em artes visuais? A sala de aula de arte é o lugar de afirmação ou de questionamento da arte como território?


Patrocínio: Santander
Copatrocínio: Banrisul
Apoio: Unimed e Unicred
Apoio institucional: Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Memorial do RS, MARGS, UERGS, CHC Santa Casa, Fundação Iberê Camargo e Theatro São Pedro
Realização do programa educativo: Fecomércio / SESC RS
Realização: Lei Federal de Incentivo à Cultura e Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul