Poa Jazz Festival 2019 terá programação paralela com lançamento de filme, masterclasses, palestras, debates, live painting e exposição

Os shows do Poa Jazz Festival 2019 acontecem nos dias 8 e 9 de novembro em Porto Alegre, mas a partir do próximo dia 6, o público também poderá conferir uma programação paralela especial promovida pelo evento. As atividades incluem lançamento de filmelive paintingexposição e uma série de ações formativas gratuitas, como masterclasses para músicos, além de debates e palestras sobre temas culturais.

Documentário Zuza Homem de Jazz será exibido pela primeira vez em Porto Alegre
Crédito da foto: Cine Group

Cinema
Após ser exibido em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York, o documentário Zuza Homem de Jazz terá estreia nas telonas de Porto Alegre. O longa-metragem, que fala sobre as influências do jazz na música popular brasileira através da história do jornalista Zuza Homem de Mello, será exibido no StudioClio dia 7 de novembro, às 19h, em sessão única e comentada pelo próprio crítico, que é referência no país pelo seu conhecimento musical. Dirigido por Janaina Dalri, o filme tem participações de músicos e personalidades como André MehmariEgberto GismontiMario Adnet Monique Gardenberg. Os ingressos para a sessão podem ser adquiridos antecipadamente no site www.sympla.com.br e estarão à venda no dia da exibição, na bilheteria do StudioClio. As entradas custam R$ 40 no valor inteiro e R$ 20 para quem tem direito à meia-entrada, quem optar pelo ingresso solidário e também para quem já tiver garantido seu lugar nos shows do Poa Jazz Festival e apresentar seus ingressos.

Palestras e debates com entrada franca
Como já é tradição, o festival também realizará palestras e debates para discutir diversos temas da cultura em encontros com entrada franca que serão realizados no Centro Cultural da UFRGS. A primeira atividade acontece no dia 6 de novembro, às 19h, com a compositora, guitarrista e produtora cultural Ivanna Tolotti apresentando o case do Tum Sound Festival, projeto idealizado por ela que se transformou no maior evento de negócios da cadeia produtiva da música de Santa Cataria e que virá para o Rio Grande do Sul em 2020. Em seguida, no dia 7, às 19hRafa Rafuagi falará com o público sobre sustentabilidade nos projetos culturais. O músico, que tocará no Poa Jazz Festival 2019 apresentando o projeto inédito Rafuagi Jazz Combo, é fundador e coordenador da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e também atua como consultor de projetos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e coordenador da incubadora social na Fundação La Salle.

No dia 9, às 15h, o festival promoverá um debate sobre jornalismo cultural. A atividade terá participação dos jornalistas Zuza Homem de MelloCarlos CaladoCarol Anchieta e Carol Zatt, e será mediada por Roger Lerina, procurando discutir perspectivas, inovações e novos caminhos para a profissão. Encerrando as discussões do festival neste ano, os produtores Ana FagundesEvandro SoaresLuciano BalenRafa Rafuagi Camila Sequeira vão falar sobre políticas culturais e os diferentes caminhos para apresentar propostas para governos e organizações privadas no dia 11, às 19h. O encontro será mediado pelo curador do Poa Jazz Festival, Carlos Badia, e também terá participação de André da Rosa Pereira, executivo financeiro da Dufrio, e a visão da empresa sobre investimentos em patrocínios e apoios culturais. A Dufrio é parceira do Poa Jazz Festival em todas as cinco edições.

Masterclasses gratuitas para músicos
Assim como nas últimas edições, o Poa Jazz Festival ainda promoverá masterclasses gratuitas, oferecidas a músicos que têm interesse em aprimorar suas habilidades. As aulas acontecerão no Centro Cultural da UFRGS e serão ministradas por artistas que participarão dos shows da 5ª edição. No dia 8, às 10h, o tema será choro, com Mathias Pinto, integrante do Sexteto Gaúcho. E no dia 9 o público poderá participar de dois encontros: às 10h com o guitarrista holandês Jesse van Ruller, que tocará no festival ao lado do saxofonista Jasper Blom; e às 14h com o grupo Raiz de Pedra. As inscrições para as masterclasses podem ser feitas gratuitamente no site www.ufrgs.br/institutodeartes.

Atelier Errante vai expor trabalhos com a temática de jazz novamente nesta edição
Crédito da foto: Eduardo Quadros

Live painting e exposição do Atelier Errante
Sucesso na última edição do Poa Jazz Festival, o coletivo de artistas plásticos do Atelier Errante participará novamente do festival neste ano. Durante os dias 8 e 9 de novembro, o grupo estará fazendo uma live painting durante as apresentações musicais no Centro de Eventos do BarraShoppingSul e expondo trabalhos com a temática de jazz. O coletivo é formado por Gilmar FragaPena CabreraErly AlmanzaCaroline VeilsonBruno Tamboreno e Gus Bozzetti.

Sobre os shows do festival
Em 2019, o Poa Jazz Festival chega à quinta edição no Rio Grande do Sul, com duas noites de música no BarraShoppingSul em 8 e 9 de novembro. O festival trará três grandes nomes do jazz internacional: a aclamada vocalista francesa Cyrille Aimée, o saxofonista holandês Jasper Blom e a banda americana Davina & The Vagabonds. Além dos shows internacionais, a cidade de Porto Alegre ainda receberá o grupo Silibrina e nomes consagrados da música instrumental do Rio Grande do Sul: o Sexteto Gaúcho, uma apresentação única que marca o retorno Raiz de Pedra aos palcos, o projeto inédito Rafuagi Jazz Combo e um tributo a Geraldo Flach, feito por Cristian Sperandir Grupo.

Os ingressos para o festival estão à venda no site www.uhuu.com e na loja Aramis do BarraShoppingSul. As entradas podem ser adquiridas separadamente, com preços de R$ 90 inteira e R$ 45 meia-entrada para cada uma das datas, ou em formato de passaporte para os dois dias, com preços de R$ 140 inteira e R$ 70 meia-entrada.

O Poa Jazz Festival tem patrocínio máster do BarraShoppingSul, patrocínio da Dufrio, apoio cultural de Outback SteakhouseInstituto de Artes da UFRGSDepartamento de Difusão Cultural da UFRGSCentro Cultural da UFRGSPerson PianoUM Bar & CozinhaStudioClioDado BierVeterana Cerveja & Beertruck e Pâtissier. O evento é uma realização das empresas Branco ProduçõesFly Audio e Experimentais – Cria Cultura, através dos produtores e curadores Carlos BrancoRafael Rhoden e Carlos Badia, e do Ministério da Cidadania, através da Secretaria Especial da Cultura.

Acompanhe as novidades nas redes sociais pelas hashtags #poajazz e #poajazzfestival e também no Instagram @poajazz, em www.facebook.com/portoalegrejazzfestival e no canal www.youtube.com/channel/UCmNotBJ2L0sfVWM9KtGUvBg.


SERVIÇO – PROGRAMAÇÃO PARALELA E SHOWS
Poa Jazz Festival 2019

CINEMA
Zuza Homem de Jazz

Exibição do documentário em sessão comentada por Zuza Homem de Mello
Dia 7 de novembro, quinta-feira, às 19h
StudioClio (Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa)
Ingressos: R$ 40 (inteiro) / R$ 20 (para quem tem direito à meia-entrada, para quem apresentar ingresso para o festival e para quem optar pela entrada solidária, obtida mediante donativo em dinheiro ou alimento não-perecível que serão destinados para uma instituição de caridade)
Vendas antecipadas no site www.sympla.com.br ou no dia da exibição, a partir das 18h, no StudioClio

PALESTRAS E DEBATES
Encontros com entrada franca para discutir temas culturais

Centro Cultural da UFRGS (Rua Eng. Luiz Eglert, 333 – Farroupilha)
– Dia 6 de novembro, quarta, às 19h, apresentação do case do Tum Sound Festival, com Ivanna Tolotti
– Dia 7 de novembro, quinta, às 19h, palestra sobre sustentabilidade nos projetos culturais, com Rafa Rafuagi
– Dia 9 de novembro, sábado, às 15h, debate sobre os caminhos do jornalismo cultural, com Zuza Homem de Mello, Carlos Calado, Carol Anchieta e Carol Zatt, e mediação de Roger Lerina
– Dia 11 de novembro, segunda-feira, às 19h, debate sobre políticas culturais com André da Rosa Pereira, Ana Fagundes, Evandro Soares, Luciano Balen, Rafa Rafuagi e Camila Sequeira, e mediação de Carlos Badia

MASTERCLASSES
Centro Cultural da UFRGS (Rua Eng. Luiz Eglert, 333 – Farroupilha)
Inscrições gratuitas pelo site www.ufrgs.br/institutodeartes
– Dia 8 de novembro, sexta-feira, às 10h, sobre choro, com Mathias Pinto
– Dia 9 de novembro, sábado, às 10h, com o guitarrista holandês Jesse van Ruller
– Dia 9 de novembro, sábado, às 14h, com o grupo Raiz de Pedra

SHOWS
Abertura dos portões às 19h; início dos shows às 20h
Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal)

Dia 8 de novembro, sexta-feira
Cristian Sperandir Grupo – Tributo a Geraldo Flach (Rio Grande do Sul)
Jasper Blom Quartet (Holanda)
Silibrina (Brasil)
Raiz de Pedra (Rio Grande do Sul)

Dia 9 de novembro, sábado
Sexteto Gaúcho (Rio Grande do Sul)
Rafuagi Jazz Combo (Rio Grande do Sul)
Cyrille Aimée (França) – Participação especial de Diego Figueiredo (São Paulo)
Davina & The Vagabonds (Estados Unidos)

Ingressos
Avulsos por noite: R$ 90,00 inteiro / R$ 45,00 meia-entrada
Passaporte para as duas noites: R$ 140,00 inteiro / R$ 70,00 meia-entrada

Pontos de venda
Online: www.uhuu.com
Presencial: Loja Aramis do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal – Nível Jockey, loja 1015 – 1016). Horários de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h.

Artistas, curadores e professores discutem temas relacionados à cultura e à educação em rodas de conversa gratuitas promovidas pela Bienal 12 na próxima quinta-feira

Na próxima quinta-feira, dia 31 de outubro, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul promove o segundo encontro do Território Kehinde, ação do projeto educativo da Bienal 12 formada por debates que propõem a construção coletiva de saberes. Durante todo o dia, artistas, professores e curadores vão se reunir em três rodas de conversa diferentes para discutir temas relacionados à cultura e à educação. As atividades ocorrem no Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre, e têm entrada franca. As inscrições para participar podem ser feitas gratuitamente no site www.fundacaobienal.art.br.

Crédito da foto: Thiéli Elissa

A primeira mesa inicia às 10h com participação da artista, curadora e pesquisadora Mônica Hoff, da coordenadora do Núcleo Educativo do MARGS, Carla Batista, e da arte-educadora Marga Kremer debatendo o lugar do educativo nas instituições. Em seguida, às 14h, Mônica se une às professoras Carol Mendoza e Larissa Fauri para discutir as relações entre docentes e mediadores nos espaços de exposição. A última atividade do dia inicia às 17h com a educadora Carmen Capra e o artista-multimídia e professor Estêvão da Fontoura falando sobre os encontros entre arte e educação nas salas de aula.

As atividades terão mediação do curador educativo da Bienal 12, Igor Simões, e reforçam a proposta de criar espaços de escuta e de troca entre o público em geral e agentes da arte e da educação. “Salas de aula e espaços educativos estão firmemente conectados no programa educativo da Bienal 12. Esses são lugares tanto de confirmação como implosão de certezas e ideias sobre arte, a educação e os diferentes mundos. Durante o dia 31, será a oportunidade de pensar, a partir das vozes de nossas convidadas, sobre as formas de encontro, de distanciamento e de invenção de horizontes para a arte contemporânea, sala de aula e exposições”, explica Simões. As ações estão sendo realizadas durante o último trimestre deste ano em preparação para a mostra de arte contemporânea que será realizada em Porto Alegre de 16 de abril a 5 de julho de 2020, em diversos espaços culturais da capital gaúcha.

Bienal 12 tem patrocínio do Santander, copatrocínio do Banrisul, apoio de Unimed Unicred, apoio institucional de Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do SulMemorial do RSMARGSUERGSCHC Santa CasaFundação Iberê Camargo e Theatro São Pedro, realização do programa educativo pela Fecomércio / SESC RS e realização da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul.

Sobre o Território Kehinde
O romance ​Um Defeito de Cor​, de Ana Maria Gonçalves, é, desde seu lançamento em 2008, um marco na literatura contemporânea brasileira. Mas ele vai além. Estabelece-se como marca porque revela uma herança contínua da colonização e da eleição da sujeição e do direito de posse de humanos sobre humanos. Marco porque estabelece vínculos de uma memória que se acreditava, durante muito tempo, estar perdida e que reaparece como relâmpago necessário na lacuna de um registro sobre onde viemos e de qual lugar surgem nossas raízes. A escravização no Brasil não pode ficar relegada a experiência do passado. Antes disso, ela é elemento que atravessa nossas maneiras de pensar e de existir em uma sociedade assimétrica e, muitas vezes desumanizadora. No entanto, a obra desenha, inscreve, rasga lugares para ver a existência negra no século XIX brasileiro. Há ali negros que leem e criam estratégias de aprendizado, há o centro urbano tomado por homens e mulheres que se deslocam e negociam suas liberdades e aprisionamentos, há a vida da Bahia, do Maranhão, do Rio de Janeiro, de São Paulo.

Há sobretudo uma mulher que acende a própria vida, ascende e atende sob o nome de Kehinde. A personagem empreende de Savalu até o Brasil, dos Brasis até as Áfricas e Europas. Inventa formas de vida, olhos de ver e ser vista, morre algumas vezes, vive muitas, aprende e ensina. Kehinde é a mulher negra com suas táticas de existir: a astúcia, a atenção, o olho atento ao afeto não distante da luta e dos saberes. É a capacidade de criar territórios a cada chegada. Em uma mostra, no Sul do mundo, como a Bienal 12, que toma como ponto de partida e de chegada os femininos e a arte em seus tensionamentos e possibilidades de invenção, tomar a figura de uma personagem que está entre a vida e a ficção – entre a memória e a escrita de passados necessários e sobre a marca da mulher negra – vai além de uma homenagem. Significa estabelecer que a mulher negra tem poder em diferentes sentidos de ser a imagem de um mundo já vivido e aquele desejado.

Território Kehinde é a porção de um projeto educativo que toma essa mulher negra e suas criações de vidas como ponto do qual se empreende o encontro. Território Kehinde é lugar de mulheres e, algumas vezes, de homens também. Território Kehinde será durante a Bienal 12 tudo aquilo que se baseia no chegar, encontrar e aprender junto. Território Kehinde é uma roda de conversa. Territórios que se abrem em diferentes cidades sempre com convidadas, seus saberes e suas possibilidades de construir ali seus territórios e formas de aprendizado. Kehinde é deslocamento. Deslocamento de conhecimentos, de perspectivas, de certezas e construções do comum, da ordem do que é compartilhado. Kehinde é a imagem e a seta dos encontros que se dão ao longo de 2019 e 2020. Deslocar, conhecer e inventar são palavras que sustentam os territórios que se erguem a partir das vozes de nossas convidadas.

Sobre a Fundação Bienal do Mercosul
Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.

Em 22 anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou 11 edições da mostra de artes visuais, somando 615 dias de exposições abertas ao público, 74 diferentes exposições, participação de 1.759 artistas, com 4.849 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade. Foram 6.061.698 visitas com acesso totalmente franqueado, 1.283.269 agendamentos escolares e 207.477 metros quadrados de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados. A Bienal do Mercosul contabiliza ainda 76.500 exemplares distribuídos dos catálogos das mostras, 298.000 exemplares de material didático produzido para alunos, professores e instituições de ensino, 216 patrocinadores e apoiadores ao longo da história e mais de 12.825 empregos diretos e indiretos gerados – além de seminários, conversa com o público, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.893 jovens.

A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária. Todos os eventos e ações da Fundação são oferecidos gratuitamente ao público, com recursos incentivados por uma grande rede de patrocinadores, parceiros e apoiadores.


SERVIÇO
Programa Educativo da Bienal 12 – Território Kehinde – 2º encontro
Dia 31 de outubro, quinta-feira
Centro-Histórico Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75 – Independência, Porto Alegre/RS)
Entrada franca mediante inscrição prévia no site www.fundacaobienal.art.br
Cada mesa tem duração de 90 a 120 minutos


10h ​- As Instituições de Arte e os Educativos
Com Mônica Hoff, Carla Batista e Marga Kremer

Sinopse: Os educativos das instituições de artes visuais têm se configurado como uma usina de saberes e lugares que permitem que as próprias instituições pensem a si mesmo. No entanto, como se dá essa escuta e fala? Qual o lugar do educativo na criação do desenho institucional?

14h ​- Mediações e Mediadores, Professoras e Professores
Com Mônica Hoff, Carol Mendoza e Larissa Fauri

​Sinopse: Estar entre, estar com, estar a partir e apesar. Ver juntos e mover. Professores e mediadores se encontram nos lugares onde falam as mostras e as salas de aula. O espaço expositivo e além são uma zona de aproximação e distanciamento desses dois agentes. Como essas relações se dão? O que cada uma tem a dizer a outra? Afinal como criar formas de cooperação entre a docência em arte e a mediação em espaços de exposição?

17h ​- A Sala de Aula como Espaço de Criação e Sabotagem
Com Carmen Capra e Estêvão da Fontoura

Sinopse: Se a sala de aula é o lugar onde se costuram saberes em arte, ela também é o espaço que pode sabotar aquilo que está sedimentado. Como a arte e a educação se encontram ou podem se encontrar na prática da docência em artes visuais? A sala de aula de arte é o lugar de afirmação ou de questionamento da arte como território?


Patrocínio: Santander
Copatrocínio: Banrisul
Apoio: Unimed e Unicred
Apoio institucional: Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Memorial do RS, MARGS, UERGS, CHC Santa Casa, Fundação Iberê Camargo e Theatro São Pedro
Realização do programa educativo: Fecomércio / SESC RS
Realização: Lei Federal de Incentivo à Cultura e Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul